No entanto, segundo a Teoria do Caos, nós não somos obrigados a gostar e aprovar o assassinato - ou o aborto. O Caos gostaria de ver toda criança bastarda gerada e nascida; óvulo e esperma, separados, são apenas secreções adoráveis, mas combinados em DNA tornar-se consciência em potencial, a entropia negativa, alegria.
Se ``comer carne é assassinato'', como os vegetarianos afirmam, o que é o aborto? Os totemistas que dançavam para os animais que caçavam, que meditavam para se unir ao seu alimento vivo e compartilhavam de sua tragédia, demonstravam valores muito mais humanos do que a média da classe das feministas liberais ``pró-aborto''.
Em toda ``questão'' a ser considerada para debate no livro de regras do Espetáculo, ambos os lados são invariavelmente cheios de merda. A ``questão do aborto'' não é uma exceção.
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